(Trata-se de um texto editorial)
Bom, esse talvez vá ser o post mais difícil que já escrevi aqui, pois não sei o que dizer sobre esse filme. Todas as vezes que vou ao cinema, volto o caminho inteiro comentando com meu namorado sobre o filme que assistimos, mas não esse. A volta inteira para a casa foi um silêncio e às vezes soltávamos uns “Não sei o que dizer, nem o que sentir.“ E foi exatamente isso: um mix de emoções!
Bom, esse talvez vá ser o post mais difícil que já escrevi aqui, pois não sei o que dizer sobre esse filme. Todas as vezes que vou ao cinema, volto o caminho inteiro comentando com meu namorado sobre o filme que assistimos, mas não esse. A volta inteira para a casa foi um silêncio e às vezes soltávamos uns “Não sei o que dizer, nem o que sentir.“ E foi exatamente isso: um mix de emoções!
Evitei
o máximo ver críticas do filme antes de assisti-lo para formar a minha própria,
e formei, só não sei pôr em palavras.
‘Star
Wars: O despertar da força’ tinha um objetivo difícil: adaptar o filme
para o novo público sem desapontar o público antigo e realmente foi isso que
eles fizeram. O filme trouxe de volta sua magia e essência e emocionou a
todos. A sensação de ver seus personagens favoritos na tela do cinema ou ver um
cara gigante com jeito de marrento chorando, gritando e se encolhendo na cadeira
com as cenas do filme, cara, não tem preço.
Foi
o primeiro filme que assisti que TODOS aplaudiram de pé e por um bom tempo. Também foi um filme em que eu ri, chorei, me emocionei, e a
sensação que mais me abalou foi o APERTO NO CORAÇÃO. Aquele momento em que seu
coração se sente esmagado e sua única reação é tampar sua boca que está em um
perfeito "O".
O filme é exatamente sobre ser digno do legado que veio antes de você. E J.J. Abrams conseguiu tomar uma franquia de cultura pop idolatrada por uma legião de fãs fieis, a tratou com respeito e fez o que foi digno: trouxe de volta o sentimento de êxtase para os fãs antigos e a apresentou da melhor forma para o novo público.
O filme é exatamente sobre ser digno do legado que veio antes de você. E J.J. Abrams conseguiu tomar uma franquia de cultura pop idolatrada por uma legião de fãs fieis, a tratou com respeito e fez o que foi digno: trouxe de volta o sentimento de êxtase para os fãs antigos e a apresentou da melhor forma para o novo público.
Veja agora algumas das críticas mais influentes da cultura pop:
"The Guardian": "'O despertar da força' redespertou meu amor pelo primeiro filme e transformou meu fanboy interior em meu fanboy exterior. Há pouquíssimos filmes que me deixam exausto após sorrir descaradamente por 135 minutos, mas este é um. E quando Han Solo e Chewbacca aparecem, eu tive um sentimento no cinema que eu não tinha desde os 16 anos: não sabia se chorava ou se aplaudia." (Peter Bradshaw)
"Variety": "Revigorar a franquia com uma onda de boas-vindas de energia, calor e emoção após o ciclo mal concebido de prequel [história que se passa antes da original] lançado entre 1999 e 2005, a chegada do diretor e roteirista J.J. Abrams parece ter tido os três filmes originais em mente quando embarcou neste novo empreendimento monumental, estruturado como uma série inteligente, às vezes vacilante, de retornos para uma trilogia que cativou uma audiência global e ajudou a cimentar o paradigma do blockbuster de Hollywood. Ainda assim, a familiaridade reconfortante da abordagem de Abrams tem suas limitações: Maravilhosa como é ao apanhar rapidamente Han Solo, Leia e o resto da gangue, serviço de fã tem prioridade aqui sobre uma delicada e derivativa história que, apesar da presença apelativa de duas novas estrelas, não atiça a imaginação para o novo." (Justin Chang)
"The Hollywood Reporter": "'Star Wars Episódio VII' parece o trabalho de um estudante muito capaz, um que estudou seu tema tão diligentemente e completamente que ele sabe o que fazer e o que evitar, é inteligente o suficiente para ter contratado um dos especialistas no campo, neste caso Kasdan, para trabalhar no projeto, e assegurar que outro dos principais contribuintes para o sucesso da série, John Williams, voltasse novamente após todos esses anos." (Todd McCarthy)
"Vanity Fair": "Deixe-me apenas aliviar a maioria das suas preocupações imediatamente: o novo filme 'Star Wars', o filme mais esperado dos últimos tempos, é bom. Foi-se todo o vale misterioso, suavidade brilhante daqueles melhor esquecidos prequel filmes. O diretor J.J. Abrams e seus roteiristas nos devolveu para o desgrenhado e tátil espírito da amada trilogia original, evitando efeitos digitais superabundantes e debate político chato para uma sensação visceral de aventura e surpresa. Abrams fez algo magistral - ele presta uma graciosa homenagem ao que veio antes (o material bom, de qualquer maneira), ao expandir a mitologia de 'Star Wars' de forma ousada e orgânica. Obrigado Yoda por isso." (Richard Lawson)
"People": "O filme deixa muito espaço para a nova geração continuar o legado, liderada pela Rey de Daisy Ridley. Ela é talentosa, inteligente e destemida, o tipo de pessoa que você quer empunhando um sabre de luz do seu lado." (Alynda Wheat)
Créditos das críticas: G1
(Trata-se de um texto Editorial feito para um blog pessoal com temática geek publicado em: dezembro/2015 )





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